Design e embalagens nos Açores.
Ajudamos o seu produto a comunicar visualmente. Da embalagem que decide uma compra em três segundos ao dossier que ganha uma reunião.
Design de embalagens
Numa prateleira, a embalagem faz o trabalho todo sozinha. Tem poucos segundos para dizer o que é, de quem é e por que motivo vale mais do que a que está ao lado.
O seu produto pode ser o melhor da secção e ficar por escolher, porque quem passa decide sem lhe pegar. É este o problema que andamos a resolver.
Desenhamos a partir do sítio onde o produto vai estar: uma loja gourmet no aeroporto não é um supermercado, e um produto que viaja na mala de um turista tem exigências que um produto de compra local não tem. O material, o formato e o acabamento são decisões de comunicação, não detalhes técnicos.
Depois do desenho tratamos do resto: cortantes, artes finais, provas de cor e acompanhamento da gráfica. Já vimos bons projetos serem estragados na impressão, e preferimos estar lá para isso não acontecer.
Ver projetos de embalagensMateriais de comunicação
A parte menos glamorosa do design, e a que os seus clientes veem mais vezes.
Menus, catálogos, flyers, sinalética, montras, brindes, dossiers comerciais, apresentações para investidores, materiais para feiras. Quando cada um deles parece vir de uma empresa diferente, quem perde é a marca.
Cada peça que fazemos tem um propósito e segue o mesmo sistema. É assim que a marca se vai reforçando a cada material, em vez de se ir diluindo.
Quando faz sentido, deixamos modelos preparados para poder produzir sozinho o que é recorrente, sem ter de nos pedir um cartaz de cada vez.
Ilustração e padrões
Há coisas que a fotografia não resolve: um processo, um mapa, um produto ainda por fabricar, um lugar noutra estação do ano.
Nesses casos a ilustração costuma ser o caminho mais curto para explicar, e às vezes o único que temos.
Dá personalidade onde a fotografia só dá informação e, ao contrário de uma imagem de banco, fica a ser só sua. Ninguém a vai encontrar na embalagem de um concorrente.
Trabalhamos o estilo a partir da identidade da marca, para a ilustração ser reconhecível como parte do mesmo sistema e não um enfeite avulso.
Rotulagem e informação obrigatória
Um rótulo não é só design. Consoante o produto, há informação que a lei obriga a incluir e regras sobre a forma como aparece.
Denominação, lista de ingredientes, alergénios destacados, quantidade líquida, lote, durabilidade, responsável pela colocação no mercado, tamanhos mínimos de letra. Cada categoria tem as suas exigências.
Desenhamos a contar com isso desde o primeiro esboço, em vez de espremer a informação legal no fim. É assim que o rótulo, além de ficar bem, pode mesmo ir para a prateleira.
Não substituímos aconselhamento jurídico nem a validação técnica do seu produto, mas trabalhamos com essa informação como parte do desenho, e sabemos o que perguntar.
Design que já foi para a prateleira.
Três casos onde o desenho teve de resolver um problema concreto: uma decisão de compra, um evento, um sistema para várias mãos.
O que nos perguntam sempre.
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Tratam também da impressão?
Não imprimimos, mas acompanhamos: preparamos as artes finais no formato que a gráfica precisa, pedimos e validamos provas de cor e ficamos ao lado do processo até sair.
Trabalhamos com gráficas nos Açores e no continente, e ajudamos a escolher em função da tiragem, do acabamento e do prazo. Para tiragens pequenas, a diferença de custo entre opções é muitas vezes maior do que a do design.
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Quanto tempo demora desenhar uma embalagem?
Para um produto único, habitualmente entre quatro e seis semanas até à arte final. Uma linha com várias referências leva mais, mas o custo por referência desce bastante.
A esse prazo há que somar o tempo da gráfica, que varia muito com o material e o acabamento, e que nas ilhas inclui quase sempre transporte.
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Podem adaptar a minha embalagem atual em vez de fazer de novo?
Podemos, e às vezes é a decisão certa: se o produto já é reconhecido, mexer demais faz perder clientes fiéis que o identificam pela cor ou pela forma.
Nesses casos fazemos uma evolução em vez de uma rutura: arrumar a hierarquia da informação, corrigir a tipografia, melhorar a legibilidade, mantendo o que já funciona.
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Fazem só o design ou também os ficheiros técnicos?
Fazemos os dois. Entregamos o desenho e os ficheiros de produção: cortantes, sangrias, marcas de corte, separações e o que a gráfica pedir.
É trabalho invisível, mas é onde a maior parte dos problemas de impressão nasce.
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Trabalham com produtores pequenos?
Sim, e é uma parte importante do que fazemos. O que ajustamos é o âmbito: começar por uma referência em vez de uma gama inteira, ou desenhar um sistema simples que o produtor consiga estender depois.
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O design é meu? Posso usá-lo onde quiser?
É seu. Entregamos os ficheiros abertos e os direitos de utilização do que criámos para si.
As únicas exceções são as licenças de tipografia e de imagens de terceiros, que pertencem a quem as licencia, mas isso é explicado à partida e as licenças ficam em seu nome.
Traga o produto. Falamos a partir dele.
Numa primeira conversa dizemos-lhe o que a embalagem atual está a comunicar sem querer, e o que mudaríamos primeiro. Sem compromisso.